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Aperam já colhe os frutos das mudanças

19/10/2015

 Aperam já colhe os frutos das mudanças

Foto: Divulgação Internet

Assim como praticamente toda a cadeia da indústria de transformação brasileira, a Aperam South America, com planta em Timóteo (Vale do Aço), também sente os impactos da crise econômica que atinge o País. No entanto, embora reconheça que o período "tem sido mais difícil do que o previsto", o presidente da empresa, Frederico Ayres Lima, mantém o
otimismo e avalia que mudanças na gestão da siderúrgica, que passou a priorizar o corte de gastos, o aumento da competitividade e da eficiência e a promoção da inovação, já começam a surtir efeitos positivos.

"Todos sabemos que os desafios atuais são grandes. A queda da atividade econômica do País está impactando muito a indústria de transformação, especialmente setores muito importantes para a Aperam, como o de bens de capital e o automotivo. Diante dessa realidade, tomamos medidas estratégicas para reduzir perdas e hoje considero que estamos no caminho certo", afirma Lima.

Prova disso é o aumento das vendas externas. Conforme o presidente da Aperam, em função da queda na demanda interna, a produtora integrada de aços planos inoxidáveis, elétricos e carbono, tem mirado o mercado internacional. Com isso, dobrou o volume de aço inox exportado neste ano em relação ao exercício passado.

"Em 2014, 20% do nosso aço inoxidável eram exportados. Hoje, mesmo com a forte concorrência, devido à oferta excedente de aço no mundo, passamos a exportar 40%", diz ele, lembrando que a companhia exporta para cerca de 40 países, principalmente da América Latina, Europa e Ásia, além dos Estados Unidos.

Ele explica que o câmbio atual, com o dólar mais valorizado em relação ao real, favorece os embarques, uma vez que melhora a competitividade do aço produzido no Brasil. "Mesmo com o aumento dos gastos, já que parte do custo produtivo é em dólar, conseguimos ampliar as vendas externas. Isso também reflete nos nossos clientes, que também passaram a exportar mais",
destaca.

Isso também refletiu no aumento da produção. Segundo Lima, a planta do Vale do Aço opera hoje à plena capacidade, que é de 900 mil toneladas anuais de aço bruto. No ano passado, foram produzidas 654 mil toneladas de produtos acabados, entre aços inoxidáveis, elétricos e carbonos especiais.

Programa ­ Em 2011, a empresa implantou um programa estratégico chamado Leadership Jouney, que visa redução de custos fixos e variáveis,
focando na competitividade e na flexibilidade operacional. De lá para cá, registrou ganhos de aproximadamente US$ 450 milhões e o objetivo é
alcançar US$ 575 milhões até o fim de 2017.

No final de 2014, a empresa também decidiu antecipar algumas paradas técnicas, o que garantiu, segundo o executivo, mais produtividade, qualidade e performance já no começo deste ano.

Além disso, foi implementado o projeto Aperam+, que permitiu o aumento da produção e da rentabilidade. "Essas ações ajudaram a mitigar parte do efeito da crise nacional sobre os resultados da companhia. Estávamos mais fortalecidos para enfrentar a turbulência deste ano, que nos impactou bastante, é claro. Mas havíamos nos preparado", ressalta Lima.

 



Fonte: Diário do Comércio (MG)

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